quinta-feira, 21 de abril de 2011

Porque dizer sim a uma fantasia sexual


As fantasias são próprias do ser humano e, por vezes, o fazem superar momentos difíceis e crises existenciais. Em psicologia, o ato de fantasiar é definido como a capacidade inventiva para manipular e transformar situações, mentalmente: o devaneio. 
Esta capacidade está presente desde a infância, quando nos entregamos aos jogos lúdicos que são pura imaginação. Ou quando, na adolescência, sonhamos como será a roupa que compraremos para uma festa, ou como será irresistível nosso primeiro amor.

No aspecto sexual não é diferente. Fantasias eróticas povoam a mente, tanto dos homens quanto das mulheres. A diferença é que o homem as propaga e a mulher prefere reservá-las para si. Em comum, normalmente a impossibilidade de realizá-las, seja por pressão social que incute vergonha e impele à inibição, seja por não encontrar um parceiro que partilhe o mesmo desejo. 

Geralmente loucas e excessivas, as fantasias sexuais carecem de muito mais do que vontade de executá-las. Em primeiro lugar, porque precisam de cumplicidade, e não é fácil descobrir aquela pessoa que tem o mesmo devaneio e que seja, ao mesmo tempo, objeto do nosso desejo. 

Em segundo, porque, na maioria das vezes, são realmente insolúveis ou esbarram em nossas limitações. Entretanto, o objetivo real da fantasia erótica não é acontecer, mas funcionar como motor do sexo, adicionando-lhe uma centelha perpétua. 

A formação cultural e a autocensura impedem que fantasias simples se ponham na realidade. Mas os psicoterapeutas recomendam ficar à vontade na cama e deixar a imaginação comandar o momento. E se, realmente, desejar realizar uma fantasia, trabalhe para isso. 

Converse francamente com o parceiro sobre o assunto, e descubra se os desejos coincidem ou, pelo menos, se não constrangem a pessoa com quem está. Tenha certeza de que suas vontades podem ser atendidas e aproveite para ver se pode atender às vontades do outro. Os envolvidos precisam ser íntimos e cúmplices para que a fantasia aconteça.
Há uma imensa diversidade entre as fantasias femininas e masculinas. Enquanto as deles se repetem: praticamente 100% dos homens fantasiam sexo a três: ele e duas mulheres, as fantasias delas são múltiplas e podem surpreender. Mas, conforme a opinião de especialistas, pouco importam quais são as fantasias e se podem virar realidade ou não. 

O que importa mesmo é que estes devaneios eróticos cumprem a tarefa de fazer o corpo respirar prazer e a alma alcançar as estrelas. Fantasie.


sábado, 9 de abril de 2011

Barebacking parties – A Roleta Russa do Sexo

Muitos são os que nunca ouviram tal coisa, outros há que já ouviram e se escandalizaram. Sem muitos mais rodeios, passo a explicar o que é afinal barebacking parties. Trata-se de uma verdadeira roleta russa do sexo. Ainda não ficou esclarecido? Então leia o que se segue.
Em várias capitais europeias, tal como muitas cidades Brasileiras e Norte Americanas, esta a ser praticado um “desporto” que podemos considerar suicida. O jogo consiste em organizar grupos de pessoas de qualquer faixa etária e completamente desconhecida para a prática de sexo. A ideia poderá não espantar muitos de nós, visto esta ser uma pratica com algum tempo, mas a originalidade deste jogo, consiste na exclusão total do uso do preservativo como de qualquer meio protector de doenças sexualmente transmissíveis, como a sida.

As festas são organizadas através da internet e ninguém vai enganado, pelo contrário, a procura por este tipo de festas é cada vez maior e assustador. É pedido pelo organizador uma fotografia de rosto e outra de corpo inteiro, ao que se segue um questionário. As perguntas consistem na personalidade e preferência sexual. Existem então festas homossexuais, heterossexuais e conjuntas para os bi. 

A preocupação das autoridades de saúde começa a levantar várias questões. A certeza da descoberta para a cura contra a sida é uma delas, quando é do conhecimento mundial que a descoberta é uma incógnita. Poderão os cientistas a despertar para a cura durante a próxima semana, como poderemos ter perante nós mais uma década sem qualquer descoberta.

O descontrolo das variadíssimas doenças sexualmente transmissíveis pode estar eminente, visto não se saber (e não estar previsto no inquérito feito pelos organizadores das festas) se os participantes no jogo tem família, se são casados ou se a sua pratica sexual é activa ou passiva.

“O preservativo é a privação do verdadeiro amor” – Esta foi a frase que um dos entrevistados de uma revista Londrina, afirmou, relativamente à escolha e preferência pela presença assídua nestas festas.

Uma roleta russa algo escandalosa, que poderá incentivar muitos jovens que vem como mote de vida, o perigo, a descoberta de novas aventuras e uma vivencia diferente.
Após tantos anos a lutar pelo uso do preservativo como forma de prevenção e controlo de uma doença que mata todo o sistema imunitário do nosso organismo, deparamo-nos com um jogo assustador para a sociedade.

O sigilo é absoluto e mesmo que tente através da internet procurar estas festas, a busca terá de ser incessante e o disfarce muito cuidadoso. No entanto, sabe-se que cada vez mais jovens aderem a estas festas e que o descontrole das suas próprias vidas está eminente.


sexta-feira, 1 de abril de 2011

E quando o sexo é muito bem pago?



A mais velha profissão do mundo é de fato a profissão mais velha do mundo. Tem barbas e muitas, muitas histórias para contar. Desde os tempos mais antigos que existe prostituição, e seja quem a pratica ou seja quem a paga e usufrui, sabe ao que vai, mas nem sempre adivinha o que pode acontecer.
 

Existiriam milhões de coisas para contar sobre a prostituição, desde à escravatura sexual, aos bares de engate disfarçados com o nome de acompanhante, aos anúncios perdidos e cada vez em mais número nas páginas de qualquer jornal de grande tiragem. Não se fala aqui da descrição do anúncio no jornal nem das formas como uma prostituta “de rua” se “anuncia” e “promete” na esquina de uma cidade qualquer.

Desta vez, o que aqui se fala é de prostituição de luxo. A prostituição de luxo não está ao alcance de todos, e acredite não é só ao preço que me refiro. A prostituição de luxo é difícil de encontrar e se existem núcleos muito bem organizados (onde a palavra rede é muito, muito mal interpretada), também existem profissionais independentes.

Os contactos são passados de mão em mão e os profissionais são bastante discretos. Acompanham com classe, sem que se possa perceber o que ali fazem na realidade e prestam um serviço de excelência. Os locais da prática são por norma quartos de hotéis de luxo e a regra permanece na independência além da já referida descrição.

Os valores são astronómicos, mas quem já usufruiu deste serviço, diz que o profissionalismo vale o valor que se paga.

Erradamente julgamos que os profissionais são só mulheres cuidadas e bonitas, com nível e classe, mas é um verdadeiro engano. Cada vez mais o mercado das mulheres clientes é cada vez maior. Mulheres solitárias, na maioria casadas, pagam para o conforto dos braços de um homem que muitas vezes não voltam a ver.

Pagar em troca de sexo é um pratica antiga, milenar, e muitas, muitas vezes descriminadas pela sociedade, mas… “mudam-se os tempos, mudam-se as vontades”. Cada vez mais a prostituição é aceitável, apesar da forma como é praticado.
Se bem pago, discreto e de uma segurança extrema (fala-se na da saúde), este tipo de prostituição começa a ser aceite na alta sociedade. Muitas vezes, o acompanhamento destas mulheres em jantares e convívio entre amigos, é visto como uma atitude altruísta.

Afinal, será o sexo pago aceite ou não?